Conversava esta tarde com uma colega jornalista prestes a voltar ao desemprego (depois de por lá ter estado vários meses) e dei por mim a concluir que o post de ontem é absolutamente desnecessário: Qual é o espanto de termos um ditador como Grande Português, se, no fundo, o país está cheio deles... basta olhar para os conselhos de administração das empresas.
27 de março de 2007
26 de março de 2007
A propósito de Salazar
Para mim não deixa de ser curioso que quando é pedida a opinião dos portugueses sobre quem foi o maior português de sempre, os portugueses votem num homem que não deixava ninguém ter opinião.Somos um povo que merece uma Sabrina, um Festival da Canção, uma Merche e um Goucha. Aliás, isto não é um país: é um bairro social.
Venham lá os Salazares e já agoras as labregas de bigode e os saloios com a unhaca. E não me venham com a velha teoria do "a democracia está doente", porque por mais doente que esteja (e não está) ela é um valor que não pode ser posto em causa.
24 de março de 2007
Percebemos...
Que a nossa condição social actual é eterna, quando sonhamos que nos sairam 1500 euros no euromilhões e que ainda por cima temos que os dividir com outra pessoa.
Com um jackpot capaz de nos colocar na lista dos "mais ricos", não, sonhamos com 1500 euros.
É que pobre que é pobre até o é nos sonhos!
Com um jackpot capaz de nos colocar na lista dos "mais ricos", não, sonhamos com 1500 euros.
É que pobre que é pobre até o é nos sonhos!
22 de março de 2007
OTários

Mas 'proqué' que ninguém me explica como raio vão ser gastos não sei quantos milhões de trintões de euros naquela coisa... ai... o aeroporto. Quer dizer, a OTA fica quase tão longe como as Berlengas (ainda que com menos gaivotas, sim) e diz que depois de pronto o aeroporto não se pode expandir.
Então, mas então... porquê? Eu cá acho acho que podiam aproveitar as maternidades e os SAP's que vão encerrar e faziam uma espécia de aeroporto espartilhado. Na Mealhada punham o check in, na Amora o free shop e em Corroios as portas de embarque. Depois criavam uma linha de TGV para unir todos estes pontos à pista, que ficaria para aí na A8 (ao que parece as pistas de aviões têm um bom piso... melhor, pelo menos, que o da auto-estrada do Oeste).
Só vantagens... davam mais dinheiro à Teixeira Duarte ou à Somague e resolviam de vez os problemas da ex-Sorefame, na Amadora (que eu já não posso ver aquele sindicalista, que afinal também é deputado municipal), ao porem os ex-futuros-ex-trabalhadores a tirar os parafusos do separador central da nova pista.
Então, mas então... porquê? Eu cá acho acho que podiam aproveitar as maternidades e os SAP's que vão encerrar e faziam uma espécia de aeroporto espartilhado. Na Mealhada punham o check in, na Amora o free shop e em Corroios as portas de embarque. Depois criavam uma linha de TGV para unir todos estes pontos à pista, que ficaria para aí na A8 (ao que parece as pistas de aviões têm um bom piso... melhor, pelo menos, que o da auto-estrada do Oeste).
Só vantagens... davam mais dinheiro à Teixeira Duarte ou à Somague e resolviam de vez os problemas da ex-Sorefame, na Amadora (que eu já não posso ver aquele sindicalista, que afinal também é deputado municipal), ao porem os ex-futuros-ex-trabalhadores a tirar os parafusos do separador central da nova pista.
21 de março de 2007
Lá no liceu
A convite de um grupo de alunos fui hoje de manhã a uma escola secundária: sim, dessas mesmo onde não há mais de 10 estudantes que não têm um ar nojentinho, de quem só se sente bem se tiver 10 kg de bijuteria (no caso delas) ou umas calças tão largas nos joelhos como na peida (no caso deles).
Em todo o caso, lá fui eu falar de jornalismo.
Porque sou repetende nesta elevada arte de destruir sonhos de adolescentes, não pude deixar os meus créditos por mãos alheias. Tracei um cenário negro da coisa. Ridicularizei patrões e blasfemei contra as universidades. Calculo que tenha tido sucesso, já que os 'carrapatinhos' riram muito... parvos!
Reparei especialmente no grupo de "yo man, tasse?" que se sentou no fundo da sala e não pude deixar de reparar em como passaram aqueles 50 minutos a escavacar a cadeira e a trocar ideias entre si... provavelmente das suas ficcionadas peripécias sexuais. Na oportunidade dei graças a Deus por nunca ter sido assim.
A dada altura não me contive: "Oh meus... eu sei que a vossa vida sexual inventada deve ser mais interessante do que aquilo que eu estou para aqui a dizer, mas tipo, calem-se que estes são os meus 15 minutos de fama". Caso ou acaso... calaram-se.
Em todo o caso, lá fui eu falar de jornalismo.
Porque sou repetende nesta elevada arte de destruir sonhos de adolescentes, não pude deixar os meus créditos por mãos alheias. Tracei um cenário negro da coisa. Ridicularizei patrões e blasfemei contra as universidades. Calculo que tenha tido sucesso, já que os 'carrapatinhos' riram muito... parvos!
Reparei especialmente no grupo de "yo man, tasse?" que se sentou no fundo da sala e não pude deixar de reparar em como passaram aqueles 50 minutos a escavacar a cadeira e a trocar ideias entre si... provavelmente das suas ficcionadas peripécias sexuais. Na oportunidade dei graças a Deus por nunca ter sido assim.
A dada altura não me contive: "Oh meus... eu sei que a vossa vida sexual inventada deve ser mais interessante do que aquilo que eu estou para aqui a dizer, mas tipo, calem-se que estes são os meus 15 minutos de fama". Caso ou acaso... calaram-se.
13 de março de 2007
12 de março de 2007
Desespero informático
Com um "olá, obrigado, adeus" à autora do Wonderland Avenue, aqui fica um momento daqueles!
9 de março de 2007
Marcha internacional
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