23 de maio de 2007

O adeus a uma das melhores redes de ATM do Mundo

"O sistema de pagamentos e levantamentos automáticos português, o conhecido multibanco, corre o sério risco de deixar de ser gratuito, perante a entrada em vigor do sistema único de pagamentos europeu (SEPA) a partir de 2008".

Isto diz o DN na sua edição de hoje.

"O fim de algumas funcionalidades actualmente existentes em Portugal através desta rede".

Isto acrescenta o DN na sua edição de hoje.

"Se eu vou ao banco levantar o meu dinheiro, pago. Se eu vou ao multibanco levantar o meu dinheiro, pago".

Isto disse o Matvey quando leu a notícia do DN.

"Bem, acho que vou comprar um cofre e deixar o dinheiro em casa".

Isto acrescentou o Matvey quando leu a notícia do DN.

Quem?

Quem é que, no Brasil, perdeu 2 horas e 9 segundos neste blog? QUEM?

21 de maio de 2007

Desculpem, mas...

Não consigo perceber como é que, depois de ganharem desportivamente um campeonato de futebol, a primeira preocupação dos adeptos do vencedor é disparar insultos para outro clube.

"Ganhámos, carago. Os outros são uns filhos da puta. Ah, seus filhos da puta. São uns filhos da puta. Epá, que filhos da puta que eles são. Grandes filhos da puta. Eles são mas é filhos da puta. Grandes filhos da puta que eles são. Filhos da puta. Ah, mas ganhámos. Carago, que filhos da puta que eles são."

A mim parece-me um sinal de profundo atraso evolucional. Dá-me sempre a ideia de que aquela gente nunca foi além do quarteirão onde nasceu e depois, coitados, têm este processo de catarse. Não me admirava que, um dia, alguém admitisse que durante os insultos, com os quais festejou uma vitória própria, tivesse tido uma (ou duas) ejaculações.

Depois aquela coisa de detestarem Lisboa... é uma bocadinho chato, porque parece assim uma inveja do pessoal cá da capital. Afinal, aqui ninguém diz "bou-te beber o leitinho todo, carago". Porque se é para ser ordinário, na capital "chupava-te as tetinhas todas".~

Não há paciência. Não há.



PS - E não fiquem todos ofendidos, se vocês insultam, eu também. Quem se tocar com isto, que vá comer o cócó da prima.


17 de maio de 2007

Ivete Sangalo

Ontem entrevistei esta menina.

Desejou-me "tudo de bom", disse "eu amo você" e usou a expressão "meu filho", referindo-se a mim. Ivete, minha querida, vejo que vivemos um amor proibido. Se sou seu filho, você é minha 'mamãe'.

103 minutos de cinema

Título original: O Mistério da Estrada de Sintra
Realizador: Jorge Paixão da Costa
Intérpretes: Nicolau Breyner, Ivo Canelas, Rogério Samora, Gisele Itié, António Pedro Cerdeira

Portugal, 2007

Comentário: O clássico de Eça e Ramalho, numa adaptação o mais fiel possível. Para quem, como eu, gosta do estilo "badalhoquinho", pois que aqui está filme português muito mais próximo do original do que outras adaptações que o Amaro foi fazendo por aí. Não esperem um grande filme de acção. Preparem-se para bocejar um pouco, afinal é um filme português. Mas se gostam de Eça, ele está ali.

8 de maio de 2007

3 de maio de 2007

Re:

On 02/05/07, filipe nunes filipenunes.fn@gmail.com wrote:

muito obrigado por me estar ajudar, como tomou conhecimento de mim? de qualquer maneira fico lhe muito agradecido , espero um dia mais tarde lhe poder retribuir esta bondade.

1 de maio de 2007

Apresentando: Filipe Nunes

O Filipe Nunes nasceu em Vale das Escaleiras, concelho do Sabugal, mas hoje em dia é Belmonte, a terra que tem a honra de o receber.

O gosto pela canção, esse, surgiu nos tempos de criança, aos 11 anos, mas o dom parecia condenado à partida, porque, diz “na família ninguém tinha talento para a música”, o que só prova o pouco jeito que o Filipe tem para perceber os sinais que o mundo lhe dá.

Anos mais tarde começa a construir aquele que é hoje um extraordinário curriculum musical: “Comecei por aprender teclado e um pouco de teoria musical, numa escola mais acessível, revelando alguma evolução na aprendizagem, tive mais apoio dos meus pais”, diz o Filipe na sua auto-biografia.

Cedo começou a animar festas e bailaricos “no nosso querido portugal ou lá fora no estrangeiro para os nossos queridos familiares e amigos (emigrantes)”.

Aos 22 anos chega o primeiro trabalho, que há muito o mercado esperava.

O Filipe não sabe se nasceu “para a música” mas tem a certeza “que a música é a esperança, a força que faz viver”.

Diz-se um sonhador e nós percebemos porquê.


O Filipe está no Podcast da Marcha, para ser ouvido e não só.