Ao que parece, diz a TSF e eu acredito, o ministro mandou distribuir os medicamentos fora de prazo aos "pobres".
O Ministério já veio desmentir e dizer que não, nem pensar: que se distribuam, aos "pobres", os medicamentos que sobraram e foram entregues nas farmácias, nunca os que estão fora de prazo.
Fora de prazo ou restantes, parece-me de um mau gosto terrivel classificar alguém como "pobre", até porque, a este ritmo, qualquer dia alguém decide mandar esses tais "pobres" para o forno crematório.
Alguém, talvez um dos meus colegas licenciados em Ciência Política, entretanto desempregados, tem que explicar aos senhores ministros que há palavras que não se dizem em público, no exercicio das suas funções: "pobres" e "deserto" são duas delas.
E depois, distribuir restos? Como se faz aos cães, a seguir ao jantar?





