17 de julho de 2007

Mas o blog deste gajo está mesmo giro!

Disse eu, de mim.

Pois é, meus caros, com quase um ano de existência o blog mudou de cara. Trata-se da mais significativa mudança de design desde o início do disparate. Portanto, foi-se o azul e veio o laranja...

Sei que são pessoas de um imenso bom gosto e por isso vão gostar. Caso contrário, já sabem: tanto pior!

Tentei há momentos saber o que é que o Sócrates acha disto tudo (em época de rosa, não me quero comprometer, que a prestação do carro cai a dia 15). Disseram-me que estava ocupado a devolver os velhos a Cabeceiras de Basto.

Agora, se não se importam, vamos ali comprar frango assado para o jantar.

3 de julho de 2007

28 de junho de 2007

Quem é que lhe espeta um murro nas trombas?

Eu não acredito que alguém consiga ver este video até ao fim sem ficar com uma imensa vontade de aniquilar o sujeito.

O da saúde

A Ordem dos Economistas parece que anda a fazer mal aos ministros do Governo da Nação. Depois de Mário Lino ter aproveitado a sua deslocação à organização coorporativa para definir a Margem Sul como um "deserto" (ao mesmo tempo que brilhou no françês), agora foi o ministro da Saúde a desbocar-se. Eles revelam-se, meus amigos, eles revelam-se na Ordem.

Ao que parece, diz a TSF e eu acredito, o ministro mandou distribuir os medicamentos fora de prazo aos "pobres".

O Ministério já veio desmentir e dizer que não, nem pensar: que se distribuam, aos "pobres", os medicamentos que sobraram e foram entregues nas farmácias, nunca os que estão fora de prazo.

Fora de prazo ou restantes, parece-me de um mau gosto terrivel classificar alguém como "pobre", até porque, a este ritmo, qualquer dia alguém decide mandar esses tais "pobres" para o forno crematório.

Alguém, talvez um dos meus colegas licenciados em Ciência Política, entretanto desempregados, tem que explicar aos senhores ministros que há palavras que não se dizem em público, no exercicio das suas funções: "pobres" e "deserto" são duas delas.

E depois, distribuir restos? Como se faz aos cães, a seguir ao jantar?

22 de junho de 2007

The Simpsons, o filme

Sou um fã incondicional dos Simpsons. Tenho DVD, VHS, livros, bonecos, pijamas, chinelos e um sem número de bla bla bla.

O filme estreia no final de Julho.

Fica aqui um cheirinho.

21 de junho de 2007

Cidadania

Depois da carta ao Ministro das Obras Públicas, eis que Matvey, entusiasmado pelo espírito de participação interventiva na construção de um mundo mais justo, fraterno e redondo, decide prosseguir o seu caminho, acusando, denunciando, exigindo.

Assim, a seguir ao Lino... a Kizomba.

Ontem, quando cheguei à rádio onde trabalho, manhã cedo, por sinal, deparo-me com um ordinário cartaz, este:


Indignado, até porque existe sinalética anunciando "Afixação Proibida", escrevi um e-mail à produção do publicitado evento 'kizombiano'. Dava 24 horas para a total remoção dos cartazes, prazo após o qual alertaria as autoridades. O e-mail, de tão idiota, provocou-me sonoras gargalhadas, mesmo tendo sido eu a escreve-lo. Pensei, convenci-me, da sua total ineficácia. Purro erro. Vejam:



A vitória é nossa!

93 minutos de cinema

Título original: The Bridge
Realizador: Eric Steel

EUA, 2007

Comentário: A Ponte, filme documental, é reconhecido como o melhor trabalho cinematográfico sobre o suicidiou. Parece-me justo o 'galardão'. Sem entrar no sencacionalismo, mas com imagens choque, trata-se de hora e meia de relatos, na primeira pessoa, dos familiares dos 24 homens e mulheres que se suicidaram na ponte de São Francisco, em 2004. Podemos ver muitos desses momentos dramáticos, já que o olhar do realizador seguiu as movimentações na estrutura durante largos meses.

20 de junho de 2007

Marcha Disco

Este rapaz participou no concurso do canal francês M6 "Nouvelle Star". Ele tem uma discoteca na boca. Mesmo! Percam dois minutos de intensa faina e vejam uma aberração.

19 de junho de 2007

13 de junho de 2007

Dentes brilhantes (e uma lição de história)

A Pasta "Medicinal" Couto, responsável pela criação de hábitos de higiene oral em Portugal, cumpre hoje 75 anos de existência ambicionando recuperar, com a mesma imagem de sempre, a primazia no mercado nacional.

Registada a 13 de Junho de 1932, a "Couto" está ainda na memória de muitos portugueses, por ser a pasta que andava "na boca de toda a gente".

O segredo da fórmula da Couto, que foi elaborada por um dentista amigo do gerente fundador da empresa, passa pela utilização de 13 matérias-primas, todas elas importadas, entre as quais o destaque vai para o cálcio, o eugenol (desinfectante com qualidades bactericidas), a hortelã-pimenta, o mentol e o cloreto de potássio, que "evita a queda dos dentes", disse Alberto Gomes da Silva.

Depois de misturados os ingredientes durante cerca de hora e meia numa máquina, a pasta é encaminhada para uns depósitos, onde "fica 24 horas de quarentena". O produto segue então para a máquina de encher as bisnagas, ainda de alumínio e não de plástico, por - frisa o responsável - ser "o material que conserva as qualidades" do dentífrico.

A Pasta Medicinal Couto ainda existe, com direito a
site na internet. À venda no comércio tradicional e algumas farmácias por cerca de 1,70 euros em bisnaga de 60 gramas.

*com Lusa