17 de setembro de 2007
14 de setembro de 2007
A propósito do "murro" do seleccionador nacional ao jogador da Sérvia
Dia 14 voltou a comentar:
Os videos têm a sua piada, até porque ele é, em geral, engraçado. Agora, Ricaro, amor, a tua t-shirt é igual nos dois videos. Tu não mudaste de roupa de quinta para sexta-feira?
13 de setembro de 2007
Ainda a polémica do campo de milho transgénico invadido no Algarve: O video da entrevista de Mário Crespo a Gualter Baptista
Dias depois de um grupo de meninos mimados ter usado da cobardia, ofuscada pelo anonimato dos panos que poupam aos pais a vergonha de terem criado um filho para aquilo, para destruir um campo de milho transgénico, Mário Crespo levou Gualter Baptista ao Jornal das 9, na Sic Notícias.
A entrevista resultou em algum polémica, com alguns conservadores da profissão ou simples opinadores do todo, pedagogos de um jornalismo travestido de isenção, a demonstrar incompreensão pelo tipo de entrevista conduzida pelo experiente pivot.
Devo dizer que admiro o Mário Crespo. Conheço-o pessoalmente, embora não tenha trocado com ele mais do que palavras de circunstância. O jornalismo do Mário Crespo, ao melhor estilo norte-americano, viola 90% das regras do jornalimo de academia. Contudo, o que ele fez foi perguntar àquele sujeito, homem de ideias que chocaram o país, o que devia ser perguntado.
Crespo conseguiu fazer aquilo que eu próprio procuro fazer quando exerço: quebrar protocolos e perguntar o que o decoro impede. No caso, pecará pelo exagero de estílo. Ganha, certamente, na substância.
Editei o original da entrevista, com mais de trinta minutos, apresentando no video que acompanha o post um compacto de cerca de oito minutos. A ver e tirar conclusões.
12 de setembro de 2007
Devia ter sido médico (ou serei apenas um grande idiota?)
11 de setembro de 2007
O Palma e a Linda (ai linda, ai linda)
Um tal de Filocas pegou no single do Palma, Encosta-te a Mim, e decidiu que o tema era a banda sonora perfeita para uma homenagem à Linda, quem quer que ela seja. Reparem no decote, nas formas, nos lábios e no sinal. Podia ser mais perfeito? Não podia.
10 de setembro de 2007
Morrer
O país que vê os teledramas da TVI é o mesmo que consegue encontrar emoção na morte das elites?
A mim soa-me tudo a oportunismo intelectual.
T2

Primeiro, se o Ricardo Azevedo não tivesse sido vocalista dos Ez Special, nunca teria gravado um disco pela Universal. As faixas são, em geral, de uma linguagem que só encontra paralelo nas redacções que eu fazia na 3ª classe.
Segundo, de entre todos os temas mediocres, o "Pequeno T2" é o pior.
Terceiro, que banco (ou que agência) imagina uma campanha publicitária baseada na ideia de que com o Millennium BCP vamos todos virar a vida de pernas para o ar, esforço necessário para comprar um pequeno T2. Então eu 'boto' as tripas de fora e o máximo que consigo é um apartamento com dois quartos? Ponho os putos a dormir num beliche? E se me nasce um casal? Por favor, para casas pequenas vou aos classificados do Correio da Manhã, não ao banco.
Como se não bastasse a casa apertada, sobra a história do "carro com tecto de abrir". Toda a gente sabe que os carros com tecto de abrir ficam cheios de lixo e cocó dos pombos.
Ao Ricardo resta o consolo de ser a única estrela de publicidade a escolher "ser feliche".
29 de agosto de 2007
Baz Luhrmann - Everybody's Free (To Wear Sunscreen)
If I could offer you only one tip for the future, sunscreen would be it.
The long term benefits of sunscreen have been proved by scientists whereas the rest of my advice has no basis more reliable than my own meandering experience…I will dispense this advice now.
Enjoy the power and beauty of your youth; oh nevermind; you will not understand the power and beauty of your youth until they have faded. But trust me, in 20 years you’ll look back at photos of yourself and recall in a way you can’t grasp now how much possibility lay before you and how fabulous you really looked….You’re not as fat as you imagine.
(...)
Remember the compliments you receive, forget the insults; if you succeed in doing this, tell me how. Keep your old love letters, throw away your old bank statements. Stretch Don’t feel guilty if you don’t know what you want to do with your life…the most interesting people I know didn’t know at 22 what they wanted to do with their lives, some of the most interesting 40 year olds I know still don’t.
(...)
Maybe you’ll marry, maybe you won’t, maybe you’ll have children,maybe you won’t, maybe you’ll divorce at 40, maybe you’ll dance the funky chicken on your 75th wedding anniversary…what ever you do, don’t congratulate yourself too much or berate yourself either – your choices are half chance, so are everybody else’s.
Enjoy your body, use it every way you can…don’t be afraid of it, or what other people think of it, it’s the greatest instrument you’ll ever own.. Dance…even if you have nowhere to do it but in your own living room. Read the directions, even if you don’t follow them.
Do NOT read beauty magazines, they will only make you feel ugly. Get to know your parents, you never know when they’ll be gone for good.
Travel. Accept certain inalienable truths, prices will rise, politicians will philander, you too will get old, and when you do you’ll fantasize that when you were young prices were reasonable, politicians were noble and children respected their elders. Respect your elders. Don’t expect anyone else to support you.
(...)
Detesto isto...
A frase: "A presença da Coca-Cola na Lua será um tema recorrente ao longo dos anos 60".
E pronto, agora todos sabem que eu leio coisas absolutamente descabidas. Tudo bem, estraguei a relação de confiança que existia com os meus leitores. Durou um ano, foi bom, morreu hoje.
A autora d' O Lume desafiou-me, e eu, que adoro fazer coisas que destesto...
1. Pegar no livro mais próximo.
2. Abri-lo na página 161.
3. Procurar a quinta frase completa.
4. Transcrever a referida frase no blogue.
5. Não vale escolher a melhor frase nem o melhor livro (usar obrigatoriamente o mais próximo).
6. Finalmente, passar o desafio a cinco pessoas.
Como é bom de ver, não vou passar isto a ninguém. Já bem basta o que basta.








