26 de fevereiro de 2008
23 de fevereiro de 2008
19 de fevereiro de 2008
Qual Abril? Qual 1 de Maio? Eis a notícia que, realmente, vai mudar a minha vida:
"Proprietários que não respeitem Lei incorrem em multas e até pena de prisão Quando se senta na mesa de um restaurante e começa a consumir os «couverts», também conhecidos por aperitivos ou entradas disponíveis, saiba que não tem de os pagar.
O alerta foi feito esta terça-feira pelo presidente da Associação Portuguesa dos Direitos do Consumo (APDC), Mário Frota, que, em declarações à Agência Financeira, assumiu haver «uma ignorância das pessoas a esse respeito», pelo que «a maioria delas deixa passar, continuando a pagar».
O responsável adianta ainda que «o consumidor pode recusar pagar o couvert que habitualmente os restaurantes colocam na mesa dos clientes, sem ser pedido, mesmo que seja consumido».
O facto é que, no particular do direito à protecção dos interesses económicos do consumidor, a Lei 24/96, de 31 de Julho, ainda em vigor, estabelece imperativamente: «O consumidor não fica obrigado ao pagamento de bens ou serviços que não tenha prévia e expressamente encomendado ou solicitado, ou que não constitua cumprimento de contrato válido, não lhe cabendo, do mesmo modo, o encargo da sua devolução ou compensação, nem a responsabilidade pelo risco de perecimento ou deterioração da coisa.»
Daí que, em rigor, o «couvert» desde que não solicitado, tem de ser entendido como oferta sem que daí possa resultar a exigência de qualquer preço, antes se concebendo como uma gentileza da casa, algo de gracioso a que não corresponde eventual pagamento. "
Agência Financeira
O alerta foi feito esta terça-feira pelo presidente da Associação Portuguesa dos Direitos do Consumo (APDC), Mário Frota, que, em declarações à Agência Financeira, assumiu haver «uma ignorância das pessoas a esse respeito», pelo que «a maioria delas deixa passar, continuando a pagar».
O responsável adianta ainda que «o consumidor pode recusar pagar o couvert que habitualmente os restaurantes colocam na mesa dos clientes, sem ser pedido, mesmo que seja consumido».
O facto é que, no particular do direito à protecção dos interesses económicos do consumidor, a Lei 24/96, de 31 de Julho, ainda em vigor, estabelece imperativamente: «O consumidor não fica obrigado ao pagamento de bens ou serviços que não tenha prévia e expressamente encomendado ou solicitado, ou que não constitua cumprimento de contrato válido, não lhe cabendo, do mesmo modo, o encargo da sua devolução ou compensação, nem a responsabilidade pelo risco de perecimento ou deterioração da coisa.»
Daí que, em rigor, o «couvert» desde que não solicitado, tem de ser entendido como oferta sem que daí possa resultar a exigência de qualquer preço, antes se concebendo como uma gentileza da casa, algo de gracioso a que não corresponde eventual pagamento. "
Agência Financeira
16 de fevereiro de 2008
O Vitor Burgo
O Vítor Burgo foi meu colega de redacção. Trabalhámos juntos não mais do que uma semana, até ao dia em que chegou com demasiado tinto no sangue. Lembro-me que se sentou nas escadas, completamente desorientado. Lamentou, pediu desculpa, "não se volta a repetir", mas de nada serviou, pois então.
Soube, entretanto, que a heroína falou mais alto e a carreira, brilhante, dizia-se, foi aniquilada, provavelmente para sempre.
Ontem encontrei-o, no meio da rua, inesperadamente. Não me reconheceu, mas falou-me como se fossemos grandes amigos, apenas porque me pediu um cigarro eu respondi que não tinha e que ele também não devia fumar.
Foi a casa buscar uma velha pasta, de onde retirou um caderno com um livro inacabado e outro com histórias do seu tempo na Bósnia. Falou sem pudor do seu problema com as drogas e lamentou algumas opções que tomou.
Contou-me episódios de uma vida atribulada, maravilhou-se e maravilhou-me com o seu passado, parte do qual eu já conhecia, sem ele saber. Em momento algum fiz por lhe avivar a memória. Continuou e continua sem saber quem sou, mesmo depois de me ter pedido para tirar os óculos: "tens olhos de quem já é um grande jornalista. És intuitivo", disse.
O Vítor Burgo é um herói, apenas porque ama o jornalismo como poucos e muito mais do que eu próprio.
Numa folha branca escreveu nome completo, morada, telefone de casa e telemóvel.
Deu-me um abraço e foi-se embora.
Soube, entretanto, que a heroína falou mais alto e a carreira, brilhante, dizia-se, foi aniquilada, provavelmente para sempre.
Ontem encontrei-o, no meio da rua, inesperadamente. Não me reconheceu, mas falou-me como se fossemos grandes amigos, apenas porque me pediu um cigarro eu respondi que não tinha e que ele também não devia fumar.
Foi a casa buscar uma velha pasta, de onde retirou um caderno com um livro inacabado e outro com histórias do seu tempo na Bósnia. Falou sem pudor do seu problema com as drogas e lamentou algumas opções que tomou.
Contou-me episódios de uma vida atribulada, maravilhou-se e maravilhou-me com o seu passado, parte do qual eu já conhecia, sem ele saber. Em momento algum fiz por lhe avivar a memória. Continuou e continua sem saber quem sou, mesmo depois de me ter pedido para tirar os óculos: "tens olhos de quem já é um grande jornalista. És intuitivo", disse.
O Vítor Burgo é um herói, apenas porque ama o jornalismo como poucos e muito mais do que eu próprio.
Numa folha branca escreveu nome completo, morada, telefone de casa e telemóvel.
Deu-me um abraço e foi-se embora.
11 de fevereiro de 2008
Há uma portugalidade em Timor
Diz a Lusa: "O Presidente timorense ficou mais de uma hora no quarto da sua residência, em Díli, à espera de socorro, após o ataque de que foi alvo...".
9 de fevereiro de 2008
8 de fevereiro de 2008
Pergunta:

Porque é que quando o Marinho Pinto diz que há corrupção no Estado, toda a gente fica muito ofendida, mas quando o João Cravinho diz o mesmo, ninguém diz nada?
É curiosa esta história toda. Até parece que o homem disse alguma coisa de novo, que no país não soubesse. O Jorge Sampaio passou 10 anos a falar do assunto, todos nós sabemos que há corrupção, sentimos que há corrupção e foi preciso vir o gordo, que fala um português pouco cuidado, apontar o dedo, convictamente, para que as comadres se deixem ofender.
29 de janeiro de 2008
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