Hoje voltei a ser ameaçado. Foi a segunda vez este ano. Na primeira, um cidadão chocado com o teor de uma notícia que escrevi telefonou para a redacção e disse que "se me visse obrigava-me a engolir cada palavra". Acontece que apenas transcrevi declarações suas, feitas numa sessão pública, aberta aos jornalistas.
Entretanto, um outro sujeito indignou-se com a notícia da qual é protagonista. Foi meu entrevistado, fez determinadas observações e assinou-as por baixo, mas ao que parece sentiu-se intimidado quando as viu preto no branco.
Os dois episódios mostram bem como tendemos a ser pequenos. Se à frente de um jornalista, pois que nada nos intimida. Quando o que dizemos se transforma em resultado, venha a Virgem para nos salvar.
Somos corajosos ou não? Assumimos as nossas convicções ou temos medo delas? Temos medo e somos cobardes.
Entretanto, um outro sujeito indignou-se com a notícia da qual é protagonista. Foi meu entrevistado, fez determinadas observações e assinou-as por baixo, mas ao que parece sentiu-se intimidado quando as viu preto no branco.
Os dois episódios mostram bem como tendemos a ser pequenos. Se à frente de um jornalista, pois que nada nos intimida. Quando o que dizemos se transforma em resultado, venha a Virgem para nos salvar.
Somos corajosos ou não? Assumimos as nossas convicções ou temos medo delas? Temos medo e somos cobardes.


