11 de novembro de 2008
5 de novembro de 2008
3 de novembro de 2008
A casa (em Angola)



Em Luanda, o projecto Nova Vida construiu um imenso bairro, com dezenas de prédios que variam apenas na tipologia dos apartamentos. É aí que moro. MJ1, o meu prédio.O objectivo do Nova Vida é ser o paradigma de uma nova cidade, onde a paisagem urbana seja menos agressiva e mais ordenada. Há uma preocupação de planeamento, muito mais do que um cuidado estético. Não é uma zona bonita, mas é uma área limpa, pensada, projectada e isso acaba por fazer toda a diferença.
Obama
O McCain não é descendente da família Bush. Aliás, o homem tem tanta idade que, quanto muito, seria ascendente. Não sendo nem uma coisa nem outra, dificilmente terá grandes amigos no Supremo. Assim, Obama deve ganhar as eleições de amanhã.O mundo depositou tantas e tão épicas esperanças no senador Barack que, necessariamente, o seu mandato será uma desilusão. Obama pode ter ares de profeta, mas está longe de ser Deus. Nunca, em qualquer circunstância, a sua governação poderá ser metade do que o mundo deseja: seja um quarto e já ficamos a ganhar.
Só a morte do próprio preservaria o mito. Este blog já manifestou o seu apoio a Barack Obama, mas este blog questiona-se do que haverá para lá da fé.
O assalto (versão abreviada)
Tinha um texto enorme, pronto a ser usado como justificativo da parvoice que fiz este fim-de-semana. Acontece que Deus, no momento da concepção - oh Deus tu que tudo sabes, tudo podes e tudo etc., não me lixes a vida, não? - esqueceu-se - foi esquecimento, bem sei - de garantir que a minha existência seria pautada de uma grande elevação intelectual. Assim, apaguei o que escrevi e o blogger não tem undo.
Resumindo: Roubaram-me a mala gay com que costumava andar e a culpa foi minha que a deixei onde não era suposto.
É isto. Obrigado.
É isto. Obrigado.
1 de novembro de 2008
31 de outubro de 2008
A (verdadeira) guerra das nações
24 de outubro de 2008
23 de outubro de 2008
A primeira vez
Já tive a minha primeira vez. Conduzi em Luanda. Certo que foi de noite, que não havia quase ninguém na estrada e que o trajecto não durou mais que uns escassos 20 minutos, mas ainda assim, o feito conta para a história.
Consegui ficar impressionado com um ou outro doido, consegui enervar a pessoa que ia ao meu lado (e que até é dona do carro) com a minha mania de respeitar o código da estrada (português, pelo menos) e logrei não bater em nenhum carro ou atropelar qualquer peão.
A experiência serviu também para perceber que ainda sei usar a caixa de velocidades, o travão e aqueles dois outros pedais... como é que se chamam?
Consegui ficar impressionado com um ou outro doido, consegui enervar a pessoa que ia ao meu lado (e que até é dona do carro) com a minha mania de respeitar o código da estrada (português, pelo menos) e logrei não bater em nenhum carro ou atropelar qualquer peão.
A experiência serviu também para perceber que ainda sei usar a caixa de velocidades, o travão e aqueles dois outros pedais... como é que se chamam?
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