18 de abril de 2009

O dia em que voltou a acontecer.

A história tem tanto de estranha como de verdadeira. Ia eu a caminho de Lisboa, com o Largo do Carmo no destino, quando decido parar para abastecer. Por ser a primeira depois da Ponte acabo por escolher a bomba da Total, antes das Amoreiras.
Já com o depósito cheio, de multibanco na mão, sou abordado por um "homem do Norte". O tripeiro - motorista, por sinal - tinha passado a entrada do posto de abastecimento e não fazia a mais pequena ideia de como voltar a passar por lá. Solícito, ofereci-me para ajudar. Entrei na carrinha - coisa que sei ser errado para aí desde os meus 3 anos - e dei as indicações necessárias. Chegados, despedi-me e segui viagem, no meu próprio carro.
Segui viagem e precisei de uma hora para me aperceber que havia deixado para trás a minha pasta. Big mistake, portanto!
Voltei de imediato à bomba e - Jesus Cristo é o Senhor! - o Nando - somos íntimos agora - apercebeu-se do esquecimento e guardou a preciosa bagagem. Fui ter com o sujeito a Santos, esperei que acabasse de jantar, fingi interesse na conversa e lá recuperei o saco e todo o seu conteúdo. A saber, em resumo:
          - Passaporte com visto de trabalho
          - 2000 dólares de uma colega
          - Documentos do carro
Foi a terceira vez, no espaço de oito meses, que perdi a mala. Se calhar tenho um problema.

17 de abril de 2009

Um raminho de rúcula

No périplo que ando a fazer desde há dias, ontem foi dia de jantar com a Paula. Há-de ela me explicar, assim que se revelar sensato, qual a piada de uma pizza com rúcula, mas isso fico, definitivamente, para depois.
Continua boa, a gaja (era isto que querias que escrevesse?) e só não fizemos sexo logo ali - lá em baixo à direita - porque o chão estava molhado e ia ser complicado manter o equilíbrio. 
O melhor de tudo é que foi ela a pagar tudo. Afinal, sou um homem moderno que gosta que a mulher se sinta o homem da relação.

Eu não me esqueci dos pintelhos, mas primeiro isto:

Ontem à noite alguém achou que era engraçado roubar o carro do meu pai. O facto dele se ter esquecido da chave na porta é capaz de ter facilitado o furto - não sei, digo eu - e a verdade é que, de repente, o carro desapareceu.
Ora, o mercado do furto é um mercado de gente honesta que faz do larápio um estilo de vida que merece ser respeitado. Assim, não me surpreendeu que, hoje de manhã, a viatura tenha aparecido a 500 metros de casa, absolutamente intacto, apenas com o depósito vazio.
Oportunamente, já chamei a atenção do meu pai. De futuro deve começar a ter mais cuidado com a gasolina. A que havia não deu para mais de 200 quilómetros.
Ah, agora querem todos um post sobre tufos? Muito bem, assim será. Mais logo, mais logo.

16 de abril de 2009

Jam session

Falta-me tempo para descansar, mas quem disse que é disso que são feitas as melhores férias? Estes são, necessariamente, dias de reencontro e talvez por isso já tenha estado com tanta gente que me faz sentir bem. Ontem foi dia de jantar com a Diana. Entusiasmei-me com as novidades, senti-a mais em nome próprio e fiquei descansado ao ouvi-la falar de si própria e do que a rodeia com um brilho nos olhos (you go, girl!).
Já tenho o tal do Mac e contudo não precisei dele para ao Chiado, ao Camões e ao Bairro Alto. Volto lá hoje, para mais um encontro de amigos. À volta da mesa, dois, três, quatro ou todos aqueles que se quiserem sentar e partilhar conversas sem propósito.
Domingo pego em mim e na Paula (que ontem me perguntou a verdade sobre os pelos púbicos femininos, na douta opinião dos homens) e vamos até Aveiro. Fica o Porto para outros tempos. Afinal, era disto que sentia falta: do improviso.

14 de abril de 2009

Não preciso de mulher. Tenho um Mac.

Sobre as coisas boas

É tão bom ter manteiga fácil de barrar. Não perder 2 horas de caminho, no caminho para qualquer lugar. Não precisar de explicar o porquê "da visita". Pagar tudo com o multibanco. Comer pão fresco que é mesmo fresco e ter manteiga fácil de barrar (já tinha dito isto, não já?).

Foda-se, é tão bom estar em casa.

5 de abril de 2009

BR

Há uma altura do ano em que me lembro sempre de ex-colegas, ex-amigos, ex-qualquer coisa. No dia em que o Birthday Reminder avisa que alguém está prestes a fazer anos.